Olá mundo!

Estava, como sempre faço a miúde, lendo Toínho.  Escreve ele:

Ando pensando um bocado a respeito da minha indisposição para escrever. Percebi que os bloqueios emocionais, aos quais costumamos atribuir o nome de preguiça, têm um forte componente social. Explico melhor: não derivam apenas de dramas estritamente pessoais, essas pequenas tragédias íntimas que são encenadas no teatro doméstico (que, aliás, também são muitas vezes repetições em menor escala de enredos escritos e inscritos no grande teatro coletivo e tratam de temas, digamos, universais) mas perfazem tentativas de refazer um sentido de Destino, uma ação pública, um discurso na ágora, ou seja, na falta de outra palavra, uma política.

E vai daí, não sei explicar, várias coisas que venho também pensando “a respeito da minha [igual] indisposição para escrever” fizeram sentido.

Porque faz bem começar do zero, quando a gente acha que está tudo errado.

Uma resposta

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